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A comemoração oficial do Dia da Árvore começou no estado norte-americano de Nebraska, em 1872. John Stirling Morton foi o responsável por difundir o conceito de dedicar um dia do ano à plantação ordenada de diversas árvores para resolver o problema da escassez de material lenhoso.


Em 1971 e na seqüência de uma proposta da Confederação Européia de Agricultores, que mereceu o melhor acolhimento da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), foi estabelecido o Dia Florestal Mundial com o objetivo de sensibilizar as populações para a importância da floresta na manutenção da vida na Terra. Em 21 de Março de 1972 - início da Primavera no Hemisfério Norte - foi comemorado o primeiro DIA MUNDIAL DA FLORESTA ( ou Dia Internacional da Floresta) em vários países da Europa e do mundo.


E aqui no Brasil a nossa homenagem neste dia é para a Floresta da Tijuca no Rio de Janeiro, a maior floresta artificial do mundo, também é a maior em área urbana.


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Preocupado com a falta d’água que afetava a cidade do Rio de Janeiro, D. Pedro II mandou plantar a Floresta da Tijuca em 1861, sendo este o primeiro exemplo no Brasil, de reconstituição de cobertura vegetal com espécies nativas.


Quando a cidade começou a crescer com a chegada da família real, as florestas e matas circundantes começaram a ser devastadas para plantio, e suas madeiras eram usadas, para lenha e carvão. Com as plantações de café a coisa piorou ainda mais e até as encostas das montanhas foram devastadas. Por quatro vezes seguidas, na primeira metade do oitocentos, o Rio de Janeiro foi castigado por secas e com a devastação das matas houve um comprometimento das nascentes dos rios.


Um trabalho planejado, com a desapropriação prévia, desde 1854, de terrenos, sítios e propriedades onde estavam as nascentes, foi iniciado visando o reflorestamento com espécies nativas. Logo no primeiro ano, o administrador da floresta plantou 13.500 mudas.


Apesar da forma pouco técnica e pouco científica com que o trabalho foi realizado durante longos anos, apesar da incompreensão dos órgãos públicos que cortavam as verbas sempre, no final do século já haviam sido plantadas 90.000 árvores e havia "nascido" uma magnífica floresta que hoje emoldura e protege a cidade do Rio de Janeiro e que foi transformada neste século, em parque municipal, tornando-se num dos lugares mais visitados pela população local e pelos turistas.


Floresta da Tijuca

Descrição:

É a maior floresta artificial do mundo, também é a maior em área urbana. Compõe-se de 3 grandes conjuntos de matas separados por eixos rodoviários que lhe permitem acesso fácil e rápido a partir dos bairros com que faz fronteira: Tijuca, Botafogo, Jardim Botânico, Gávea, São Conrado, Barra da Tijuca, Jacarepaguá, Grajaú, Vila Isabel, Rio Comprido e Laranjeiras.


Com muitos pequenos animais vivendo livremente em área de mata fechada, possui rios, quedas d'água, lagos, mirantes, pontos de parada com mesas e "play-grounds" etc..


Entre seus muitos destaques estão o Açude da Solidão, o Bom Retiro, a Capela Mayrink, a Cascata Gabriela, a Cascata Taunay (Cascatinha), o Excelsior, a Gruta Paulo e Virgínia e a Gruta Luiz Fernandes.


É uma área de lazer pela qual se pode passear a pé, de bicicleta, motocicleta ou automóvel; a observação a partir de aviões ou helicópteros é permitida, mas vôos rasantes (menos de 300 m de altura) não são permitidos em nenhum dos parques nacionais do Brasil. Escaladas e pique-niques são atividades permitidas. O ingresso de animais domésticos (cães, gatos, cavalos etc.) não é permitido.


Sendo área de proteção ambiental, não são permitidos atos que possam perturbar o sossego dos animais ou causar qualquer outro prejuízo ao meio-ambiente, como jogar detritos nas matas, usar objetos sonoros que perturbem o ambiente, coletar espécimes de qualquer natureza (animal, vegetal ou mineral), caçar ou pescar, perseguir animais, fazer fogueiras, lavar automóveis etc..


É o segundo menor parque nacional do Brasil, com área aproximada de 3300 ha (33 Km²).


Embora seja muito conhecido como Floresta da Tijuca, na verdade a Floresta da Tijuca é apenas uma das muitas partes que compõem o Parque Nacional da Tijuca.


Porque que esta iniciativa de D. Pedro II não se concretiza em outras cidades brasileiras?"


Fonte:

http://www.painelflorestal.com.br/noticias/hoje-e-o-dia-internacional-das-florestas-instituido-pela-fao




A forte demanda global pelas safras brasileiras de milho e soja vem fazendo com que as filas de navios para atracar nos portos de Santos e Paranaguá estejam duas a três vezes maiores do que há um ano.


Na última quinta-feira (21) havia 59 navios esperando para carregar grãos no porto de Santos, contra 29 há um ano, segundo dados da empresa SA Commodities. Em Paranaguá, há 82 navios esperando -- eram 31 nesta época do ano passado.


As longas filas  são custosas, devem aumentar no pico da safra, e refletem a forte demanda depois da seca que no ano passado reduziu a produção de soja nos EUA e no Brasil -- os dois maiores produtores mundiais.


O Brasil prevê exportar neste ano uma safra recorde de soja e grandes safras de açúcar e milho, em meio a gargalos rodoviários e portuários. Segundo especialistas, 2013 já se prenuncia como uma das mais complicadas temporadas da história para a logística de grãos no Brasil.


Além dos volumes recordes a serem embarcados, no caso de Paranaguá existe ainda a ocorrência de pequenas paralisações  dos portuários, que podem aumentar o tempo de escoamento da safra e agravar a situação. 


Paranaguá é o mais importante porto graneleiro do Brasil e sua administração declarou estar apreensiva com essas paralisações rápidas, cada uma com seis horas de duração, por causa do intenso movimento de navios. Uma demora maior para embarque no Brasil pode transferir parte das compras de soja feitas pela China para os EUA, alerta a autoridade portuária de Paranaguá. 


Já os estivadores, protestam contra futuras alterações nos regulamentos portuários que, segundo eles, levarão a reduções de emprego e pessoal, por acabar com a obrigatoriedade da contratação por intermédio de um Órgão Gestor da Mão de Obra (Ogmo). Ao que o governo rebate, dizendo que as regras são necessárias para atrair investimentos que permitam ampliar a capacidade portuária e melhorar a competitividade do porto.





A revista semanal do jornal britânico “Financial Times” publicou, neste fim de semana, reportagem sobre o delicado equilíbrio perseguido pelo Brasil entre a produtividade agropecuária e a preservação das florestas. “Sustentabilidade, e não exploração, é agora a chave para o país que almeja se tornar o maior produtor de alimentos do mundo”, diz o texto. 


De acordo com a matéria, o país deixou para trás um passado de exploração desenfreada dos recursos naturais, fazendo o seguinte questionamento na manchete:  “Paraíso recuperado?”. O jornal lembra que, apenas no ano de 2004, a Amazônia havia perdido uma área de floresta de 27.000 quilômetros quadrados – o equivalente ao territótio da Bélgica. 


A situação agora é outra, e o FT afirma que as discussões ambientais são “mais quentes do que em qualquer outro lugar”. O resultado? “As taxas de desmatamento vêm caindo desde então. No ano passado, cerca de 5.000 quilômetros quadrados foram derrubados, uma queda impressionante de 80 por cento desde o pico de 2004”, afirma o jornalista João Paulo Rathbone, editor para América Latina.


A reportagem aponta que, apesar desta preocupação, o Brasil transformou-se em um grande exportador de alimentos nos últimos 30 anos. “Ele já é o maior produtor mundial de açúcar e suco de laranja, e o segundo maior produtor de carne bovina (com as carnes de porco e de frango logo atrás) No próximo ano, também é previsto que se torne o maior produtor mundial de soja, ultrapassando os tradicionais ‘cinco grandes’ produtores de grãos – EUA, Austrália, Canadá, Argentina e União Europeia. Em 2020, a previsão é de que as exportações agrícolas cheguem a US$ 200 bilhões anuais. Em 2025, o Brasil pretende ser o maior produtor de alimentos do mundo”, projeta.


“O fazendeiro não é um criminoso”


A matéria do Financial Times aponta que, enquanto avança e produz riqueza para o país, o agronegócio convive com uma fiscalização cada vez maior e mais ferrenha. Um produtor rural não identificado é citado pelo historiador ambiental da Universidade Federal do Rio, José Augusto Pádua, como autor de uma frase simbólica: “O fazendeiro não é um criminoso”.


O texto aponta que “os maiores avanços foram feitos nas maiores fazendas”, como a de Darcy Ferrarin Jr., produtor de soja em Sinop (MT) que utiliza um software personalizado na lavoura. “Usando o plantio direto, o talo da soja colhida é deixado para formar uma camada de material orgânico, contribuindo assim para reter nutrientes para a próxima safra, que é plantada diretamente no bagaço. Ele também faz a rotação de culturas, o que minimiza as pragas”, conta o FT.


Ferrarin diz que ele e outros agricultores locais não estão interessados em derrubar mais floresta, mas em extrair melhores rendimentos da terra que cultivam: “Eu moro aqui com minha família. Você acha que eu quero ver a área ser arruinada”?



Fonte:http://www.agrolink.com.br/culturas/soja/noticia/ft--brasil-quer-ser--maior-produtor-de-alimentos-do-mundo-em-2025-_166327.html



A certificação Forest Stewardship Council (FSC) está se tornando cada vez mais frequente nos produtos comercializados nacional e internacionalmente, pois ela permite que os consumidores identifiquem quais são os produtos florestais produzidos a partir de florestas manejadas de modo adequado e sustentável.


Fundada em 1993, o FSC é uma organização internacional e não governamental dedicada a promover a gestão responsável das florestas no mundo, o que faz através de um sistema de certificação florestal mundial, que trabalha com dois focos essenciais: 


  • • o Manejo Florestal em si, que envolve um conjunto de técnicas que permite a produção contínua e sustentável ao longo dos anos;

  • • e a Cadeia de Custódia, que acompanha todo o processo que vai da matéria prima proveniente das florestas até o consumidor final.
FSC


No Brasil, há um crescimento significativo das certificações FSC, tanto em florestas plantadas como em áreas de florestas nativas, tendência que pode se acentuar com as boas oportunidades de negócios criadas com exportações de produtos certificados.


Por outro lado, esse crescimento das certificações pode ser impactado negativamente por problemas estruturais do setor florestal brasileiro,entre eles a questão fundiária da Amazônia, talvez o principal gargalo inibidor da ampliação de áreas certificadas, na região.


A certificação FSC é válida por cinco anos e recebe auditorias anuais para assegurar a continuidade e padrão de desempenho dos processos certificados. Também é obrigatória a re-certificação para empresas certificadas há mais de 5 anos, desde que optem pelo processo de renovação. 


Ocupando hoje um espaço inquestionável no setor florestal mundial, o FSC é o sistema de certificação com maior credibilidade política e reconhecimento público, com o selo de maior valor no mercado internacional.


A partir de suas metodologias é possível desenvolver uma nova relação ética dos recursos florestais com as populações que dependem deles, através do manejo florestal sustentável. Neste sentido, a lógica da certificação florestal é a lógica pela inclusão econômica e social e contra o uso predatório dos recursos naturais. 


Conheça mais sobre a certificação FSC no site http://br.fsc.org/.



Mesmo enfrentando queda de preços no mercado internacional, no segundo semestre, em 2012 o agronegócio conseguiu uma receita 1% maior do que as exportações de 2011, batendo assim o recorde daquele ano. A informação é do Cepea/Esalq/USP, destacando que esse resultado contou com a ajuda de 2% do câmbio (taxa efetiva do agronegócio) e com o embarque de volume 8,6% superior ao de 2011. 


Em volume, os destaques foram os aumentos do milho (107,22%), do etanol (56,65%) e das carnes bovina (14,72%) e suína (11,82%). Já em preço, num contexto em a maioria dos produtos do agronegócio teve queda, foram verificadas altas apenas para o farelo de soja (16,22%), para a soja em grão (10,99%) e para o suco de laranja (2,59%). 


Confira os detalhes no link: http://www.cepea.esalq.usp.br/comunicacao/Cepea_ExportAgro_2012.doc;